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PRAÇA DE TOUROS!

Aquando da última campanha eleitoral apresentei no meu programa, em nome do CDS, propostas de solução do problema que, pelos vistos, até hoje ninguém quis ouvir, de tão atarefados que andam a culpar “A” e “B”, ou a falar do passado.
O que interessa nesta questão é falar do futuro e da forma como o problema pode ser resolvido, apresentando-se propostas para a sua resolução, para que, efectivamente, voltemos a ter uma praça de touros e não uma ruína como a que hoje vemos, independentemente de quem tem culpa ou quem tem razão.
A questão da praça de touros é uma questão estruturante porque é representativa da cultura da cidade e do concelho, representando uma manifestação de arte e espectáculo profundamente enraizada na nossa cultura e vivência.
A primeira questão a ter em consideração é a da propriedade da praça de touros, uma vez que a sua titular é uma instituição de solidariedade social privada e sem fins lucrativos, pelo que se terá que ter sempre em conta a sua participação no projecto.
As soluções que apresentei no programa eleitoral passam quer pela constituição de parcerias privadas ou público-privadas, quer pelo recurso a mecenas interessados na sua recuperação, quer através do investimento que tenha como contrapartida a afixação de publicidade na praça, quer ainda pela sua concessão a uma pessoa ou entidade ou a um conjunto de pessoas devidamente organizadas que, como contrapartida desta por determinado período, se obrigam a realizar as obras de recuperação da praça de touros.
A solução do ou dos mecenas é perfeitamente concretizável através da Lei do Mecenato, pela qual os mecenas obterão benefícios fiscais em sede de IRC ou IRS como contrapartida da sua contribuição, seja ela em dinheiro ou em espécie.
As restantes soluções passam, obviamente, pela celebração de contratos, nos quais fiquem perfeitamente definidos os direitos e obrigações de cada um e as respectivas contrapartidas e penalidades, como resultado da negociação dos dois interesses em jogo.
O primeiro passo foi dado, a apresentação de propostas de trabalho para serem discutidas e analisadas, pelo que há que passar à acção e encontrar uma equipa de trabalho com a proprietária para que, de uma vez por todas, a questão seja resolvida.
Da minha parte desde já, e publicamente, declaro que estou disponível para trabalhar, pro bono, na procura de uma solução para que se inicie uma nova etapa: a da realização das obras na praça de touros.
Ontem já era tarde!

Luís Assis

CASAS - Exposição de Pintura de Rui Alves




 No passado dia 25 de Março foi inaugurada na Junta de Freguesia de João de Brito, em Lisboa, a mais recente Exposição de Pintura do nosso conterrâneo e amigo Rui Simões Alves. Tratou-se da Exposição “CASAS”, que reuniu na vernissage um considerável grupo de amigos que lhe quiseram testemunhar o apreço em que têm o seu trabalho.
Para quem porventura não saiba, o Rui nasceu em Estremoz em 1956, ali para os lados da Mata, tem o Curso de Artes Gráficas da Escola António Arroio e desde 1975 que trabalha em Cinema, Fotografia, Teatro, Publicidade, Decoração, Efeitos Especiais e é claro, Pintura.
Conhecemos o Rui desde miúdo. Era um miúdo com muita pinta. Via-se logo que estava condenado às Artes. Mais tarde, integrou o saudoso Grupo de Animação Infantil da Casa da Cultura de Estremoz, onde também era um palhaço com muita pinta, ao lado dos outros: O Vargas, o Carlos Alberto, bem como o Nico e o João Carlos que já lá estão. A pinta dele agora é outra. É Pintura de quem domina as técnicas e tem uma visão amadurecida da Vida.
Para ele, para a Joana sua Mulher e para as suas filhas Ana e Alice, aqui vai um Abraço do Tamanho do Mundo, com pena de não poder ter lá estado.
Para quem queira ir visitar a Exposição, a Junta de Freguesia de S. João de Brito, fica situada na Rua Conde Arnoso, 5, em Lisboa. Aí a Exposição estará patente ao público até ao próximo dia 5 de Maio. Contamos poder apresentar os trabalhos do Rui em Outubro-Novembro, na Sala de Exposições da Associação Filatélica Alentejana no Centro Cultural de Estremoz.
Nós merecemos isso e o Rui não vai falhar.

Hernâni Matos