Que futuro para a Europa?

O período que vivemos, de uma transição profunda de paradigma, profundamente agarrado a um passado que parece não ser possível de continuar no presente e muito menos, para já, atirar para o futuro, ganhou alento com as eleições francesas e com a vitória de Hollande. Mas a sua eleição, assim como o novo acto eleitoral grego, não  garante uma mudança rápida do posicionamento dos “donos” do projecto europeu.
A Europa, hoje profundamente abalada, deixou cair uma visão de modernização, progresso e desenvolvimento, assentando o seu ritmo diário na instabilidade, na imprevisibilidade, ou não, dos ditos mercados e naquilo que devia ser um grande pilar, uma sociedade mais solidária.
Estas mudanças, que levaram a que não mais se falasse nos centos de decisão europeus em desenvolvimento sustentável, por exemplo, assim como em outros assuntos que definem o nosso futuro comum, obrigam-nos a questionar aquilo que à meia dúzia de anos eram certezas inabaláveis. Obriga a olhar o presente e o futuro, como momento de alteração mas também  de esperança em soluções inteligentes e mais promissoras para a Europa.
Redefinir dinâmicas, até mesmo territoriais, e não somente económicas ou financeiras, com propostas de soluções para o tempo que atravessamos carece de inteligência, mas acima de tudo de vontade política. É essa vontade que a Europa tem de decidir se quer ou não ter, porque caso o não queira, esse será um projecto falhado num muito curto espaço de tempo.

ENCONTRO, ALMOÇO e CONVÍVIO de Antigos Alunos das Escolas de Estremoz

É já a 26/05/2012 que se realiza o Encontro, Almoço e Convívio dos Antigos Alunos das Escolas de Estremoz
Contactos:
Inscrições para o Encontro-Almoço-Convívio dos Antigos Alunos das Escolas de Estremoz.

Manuel Gato
Tel. 967008000
Email: manuel-gato@sapo.pt

Leonel Painho
Tel. 925484572
Email: leonelpainho@hotmail.com

José Capitão Pardal
Email : jose.f.pardal@netvisao.pt

João Margalho
Tel. 962036642

José Albano
Tel. 962570803

Está na hora de concretizar.

Até dia 21/5/2012

Não deixem para a última hora.

José Capitão Pardal

As Freguesias


Freguesias actuais do concelho de Estremoz


É a democracia que temos … ou nos permitem
O
OÀ conta da “necessidade” de “equilibrar” as contas do país, o governo tem assumido o papel de reformador implacável – estava-lhe destinado.
Agora é que Portugal se vai modernizar, tornando-se mais competitivo nos mercados. Será?
No rol de reformas que se pretendem implementar, conta-se a da administração local, a começar pelas freguesias.
Para isso o governo já tomou algumas iniciativas: primeiro foi o “Documento Verde…” (Setembro de 2011); mais recentemente, a Proposta de Lei nº. 44/XII (Fevereiro de 2012).
Em relação ao primeiro daqueles documentos os deputados municipais de Estremoz já assumiram posições: na Assembleia Municipal de 16.12.2011foram aprovadas duas moções, respectivamente da iniciativa do PS, uma, e da CDU, outra, contra a extinção (fusão, integração, agrupamento, aglomeração – a terminologia é fértil) de freguesias, sem ser com o acordo manifesto e iniciativa das populações.
Na Assembleia Municipal de 27.1.2012, convocada extraordinariamente o MiETZ assumiu “… que a existência das freguesias, em especial das freguesias rurais, se revela de extrema importância na disponibilização de serviços de proximidade às populações garantindo uma maior eficácia na detecção dos seus problemas e das suas necessidades, contrariando desta forma a tendência de despovoamento das áreas rurais.”Quanto à Proposta de Lei, na última Assembleia Municipal, reunida em 24.2.2012, o grupo de deputados da CDU propôs uma declaração em que propunha que aquela manifestasse “… o seu mais profundo repúdio pela forma como, na Proposta de Lei nº. 44/XII, se pretende condicionar as deliberações das Assembleias Municipais no que respeita à reorganização administrativa do território das freguesias, conforme decorre do artigo 9º-5.”Esta declaração foi aprovada com os votos: a favor – CDU (5), PS (7); contra – PSD (7, dos quais dois são presidentes de junta), MiETZ (3, sendo um presidente de junta); abstenção – MiETZ (9), Juntos por Glória (1), Movimento Independente Pelos Arcos (1) – estes dois últimos são presidentes de junta.
Para se perceber o sentido desta votação, é conveniente atendermo-nos sobre a Proposta de Lei.
No artigo 5º, “Parâmetros de agregação”, alínea C) é explicitado o seguinte: “Nos municípios de nível 3 (no qual Estremoz se inclui), redução, no mínimo, de 50% do número de freguesias cujo território se situe, total ou parcialmente no mesmo lugar urbano ou em lugares urbanos sucessivamente contíguos e de 25% do número das outras freguesias.”Quer dizer, na cidade de Estremoz, onde existem duas freguesias urbanas – Santo André e Santa Maria – passaria a haver apenas uma. Quanto às restantes freguesias, todas consideradas rurais, das onze existentes, passariam a nove.
Como é que processa esta redução de freguesias, segundo a Proposta de Lei?
Através da “Assembleia Municipal, após consulta ou proposta da câmara municipal, delibera sobre a reorganização administrativa do território das freguesias (…).”Depois de deliberar – “pronúncia da assembleia municipal” – sobre a reorganização / redução das freguesias, a mesma deve ser entregue à Assembleia da República. Como prémio de “bom comportamento” – onde já se ouviu isto – e de “consolação” as freguesias agregadas beneficiam de um aumento de 15% DO Fundo de Financiamento das Freguesias (FFF) durante o primeiro mandato (quatro anos) após a agregação.
E se a assembleia municipal se pronunciar contra a agregação, como parece / poderá parecer ser o caso da maioria dos deputados municipais de Estremoz, pelo menos tendo em consideração as posições já anteriormente assumidas?
Faz-se à mesma a agregação, pelo menos é essa a intenção expressa na Proposta de Lei, com a penalização de não beneficiarem do aumento de 15% de FFF, o tal artigo 9º-5. Trata-se, efectivamente, de impor uma reforma da administração local, mesmo que seja contra a vontade das populações.
E assim se criam os “consensos democráticos”, com os “legítimos representantes das populações”, nem que seja à força.
Por isso é que a votação da declaração aprovada na Assembleia Municipal de 24.2.2012 assume particular importância: o repúdio por processos que nos fazem lembrar, em muito, os utilizados pelo antigo regime, que por sinal se queria novo (o Estado Novo), por um lado; a diversidade de posições expressas, que traduz, nalguns casos, não tanto a liberdade de voto, mas o receio de represálias futuras – porque considerando que a redução do número de freguesias é inevitável, pelo menos que não se seja penalizado e se beneficie de um bónus (participação de 15% no FFF) – por outro.
E assim, a democracia é capturado pelo poder. A seguir lamenta-se a falta de proximidade entre eleitos e eleitores … Poderá ser de outra forma?

Freguesias: porquê?

O
Nos últimos tempos, tem-se falado muito das freguesias, embora com opiniões diversas – seja por pluralismo de opiniões, seja por desconhecimento.
Mas, sobre as freguesias, que constitui uma realidade que, naturalmente, a tróica não conhece (só existem em Portugal), e que são agora objecto de reforma, parece-nos ser um assunto demasiado importante do ponto de vista do nosso futuro colectivo, para ser resolvido segundo parâmetros que, na situação presente, pouco ou nada têm a ver com a génese das freguesias e a ocupação do território.
Vejamos: as freguesias, como unidade mínima administrativa, surge em meados do século XIX, com a reforma administrativa do liberalismo. Até aí, a unidade mínima administrativa eram os concelhos.
Ao contrário do resto da Europa, os concelhos em Portugal tinham uma dimensão muito reduzida.
Ora, para o regime liberal se consolidar, era necessário desmantelar a estrutura de poder do Antigo Regime (o Absolutismo).
Se noutros países europeus, onde os municípios abrangiam áreas geográficas bastante amplas, se procedeu à sua segmentação, em Portugal aconteceu precisamente o inverso: os municípios foram agrupados, tendo alguns sido extintos – foi o caso, em Estremoz, dos municípios de Veiros e Evoramonte.
Porque os municípios passaram a ter uma dimensão muito superior àquela que detinham anteriormente, houve que, para assegurar a eficaz gestão do território, criar uma divisão administrativa abaixo do município.
Mas, que unidade? Baseada em quê?
Desde a sua fundação, Portugal era uma nação católica, não apenas porque a igreja tratava das almas dos seus habitantes, mas porque tinha poder e tratava de coisas mais terrenas, incluindo administrativas. Organizada em paróquias, a igreja estava bem implantada no território nacional – não deixa de ser curioso que, depois do Terramoto de 1755 o poder central recorra aos párocos para, através de inquérito (1758), saber das consequências que o mesmo teve no território nacional.
Mas, se recuarmos mais no tempo, até finais do século XIV, princípios do século XV, verificamos, nomeadamente aqui no Alentejo, à fundação de inúmeras igrejas espalhadas pelo campo.
A que se deve este facto?
Entre as várias guerras com Castela, 1369 / 1397 (incluindo-se aqui a Guerra da Independência – 1383 / 1385) no século XIV, e 1438, século XV, vive-se um período de relativa pacificação, que terá sido aproveitado para aumentar a produção agrícola e, em particular, a produção cerealífera. Aliás, a partir de 1400 e 1420 assiste-se a um significativo surto de arroteamento – desbravamento de terras para incentivar a cultura de cerais panificáveis.
Mas, para promover a transformação da terra, aumentando a área cultivável, era necessária mão-de-obra, e esta era escassa, sobretudo nos campos do sul. Havia, por isso, de desenvolver um certo esforço colonizador do território, ou seja, de distribuição e fixação das pessoas à terra.
Várias foram as medidas tomadas no sentido deste esforço colonizador, entre as quais a fundação de igrejas, sede de paróquias, unidade religiosa, mas também de enquadramento dos camponeses fixados num determinado território, reforçando redes de sociabilidade local.
São estas paróquias que se vão desenvolvendo ao longo de séculos que, na reforma administrativa do século XIX, são transpostas para a administração civil, constituindo as freguesias, que hoje perduram.
Assim, representando as freguesias um património histórico, social e cultural com séculos de existência, não podemos deixar, perante a reforma administrativa que o actual governo pretende implementar à força, de cima para baixo, de nos surpreender pela ligeireza com que o faz.
Por outro lado, mais valia que aprendessem um pouco com os nossos antepassados que, quando tiveram necessidade de colonizar o território criaram paróquias, que mais tarde estão na origem das actuais freguesias. Se hoje já se verifica problemas demográficos em muitas das freguesias rurais da nossa região, certo é que a extinção / aglomeração de parte destas irá acelerar ainda mais a desertificação das mesmas.
Será este o desenvolvimento que pretendemos para a nossa região e concelho?

RIO+20

Em 2012 vai acontecer, no Rio de Janeiro, no mês de Junho, uma nova Conferência da ONU a que foi dado o nome de “Rio+20”. Esta conferência marca os 20 anos sobre a Conferência de 1992, também conhecida por Cimeira da Terra, e que se debruçou pela primeira vez sobre o desenvolvimento sustentável. Tal como há 20 anos, a conferência “Rio+20” irá abordar os problemas ambientais que enfrentamos e as novas dimensões da injustiça social que eles trazem.
É verdade que nos últimos tempos a crise financeira da Europa tem sido o palco de todas as discussões e de todas as análises, eclipsando para o comum mortal a realização da referida cimeira e a importância daqueles temas e de como eles condicionam a nossa evolução e o combate á pobreza. Antes da crise, é verdade que muito se refletiu sobre os problemas ambientais, mas que hoje os diferentes meios de comunicação parecem ter deixado de lado, não percebendo que são também eles parte da origem da crise.
Temas que condicionam o futuro como as alterações climáticas, o acesso à água, a qualidade e a quantidade dos alimentos disponíveis, a justiça ambiental, etc. estarão em discussão até lá e na própria conferência, mas que em Portugal parecem ter estado arredados da discussão.
Em 1992 a Cimeira da Terra alertou para o perigo que a vida corria se o mito do crescimento económico infinito continuasse a dominar as teorias e práticas da política económica, assim como o problema do consumismo descontrolado e irresponsável. Concluiu-se que os ciclos de reposição de recursos naturais estavam a ser destruídos, sendo que umas das consequências seria a alteração do clima, que afetaria de forma ainda mais marcante os mais pobres, ampliando as injustiças sociais.
Quando países como o EUA, um dos maiores poluidores mundiais, se recusam a assumir o compromisso de redução de emissões que produzem aquecimento global, e a ONU não tem força para que assim não seja, parece-me que está tudo dito e leva ao descrédito daquilo que deveria ser a principal preocupação de todos, a de manter o planeta em estado de equilíbrio.
Daí que a próxima conferência seja de enorme importância, e onde inovações na abordagem ambiental vão ser discutidas, resumindo-se ao conceito de economia verde, qual é a posição de Portugal na Conferência “Rio+20” sobre estes temas? Para já não sabemos, porque a discussão, se tem existido, tem ficado presa nas salas dos especialistas, não chegando à base da pirâmide e ao cidadão “mais comum”. O País deveria ter uma estratégia coletiva, resultado de uma ampla
discussão em torno da temática e não somente a posição de uns quantos especialistas, que os representantes governativos assumirão em função daquilo que se prevê seja o quadro financeiro e económico do País, e não de um verdadeiro desenvolvimento sustentável e da minimização das injustiças sociais.

Preocupante

O executivo apresentou na reunião de câmara de 14 de Março de 2012, um documento intitulado “Antiguidade de Contas a Pagar” que se reposta a 8 de Março. Ficamos com aquele documento a saber que o volume da dívida da Câmara Municipal de Estremoz a fornecedores, vulgarmente designada por dívida de curto prazo, naquela data era de 9.755.640,81€ (nove milhões, setecentos e cinquenta e cinco mil, seiscentos e quarenta euros e oitenta e um cêntimos).
De 2005 até 8 de Março de 2012 a dívida de curto prazo registou os seguintes números:
2005: 5.289.647,00 (a 31 de Dezembro)
2006: 3.687.899,00 (a 31 de Dezembro)
2007: 2.201.984,00 (a 31 de Dezembro)
2008: 2.841.891,17 (a 31 de Dezembro)
2009: 4.364.200,67 (a 31 de Dezembro)
2010: 6.499.598,21 (a 31 de Dezembro)
2012: 9.755.640,81 (a 8 de Março)
Esta é uma questão preocupante, tanto mais que o executivo se queixa de que o Governo ao efectuar drásticos cortes orçamentais nas verbas transferidas para o Município de Estremoz, desde 2010 e no âmbito dos sucessivos Pactos de Estabilidade e Crescimento, tiveram como consequência uma diminuição anual de 1.353.494€ das receitas municipais, a questão do número apresentado é ainda mais preocupante.
Se à dívida de curto prazo juntarmos a dívida de médio e longo prazo que rondará os 8.000.000,00€ (oito milhões de euros), a dívida da Câmara Municipal de Estremoz rondará os 18.000.000,00 (dezoito milhões de euros). Somando á diminuição da receita vinda da administração central a diminuição das receitas próprias do Município de Estremoz, em consequência da atual conjuntura económica do País, então facilmente percebemos que olhamos para um navio descontrolado e á deriva.
Com uma receita que não andará longe dos 14.000.000,00€ (treze milhões de euros), facilmente se percebe o porquê da preocupação.

Portugal merecia outro Presidente

Para aqueles que como eu achavam que este não era o Presidente da República que Portugal merecia, porque ainda merecemos um Presidente em condições, Cavaco veio confirmar tal análise.
Um presidente que de queixa da falta de solidariedade do Primeiro-Ministro e de que este violou a Constituição da República Portuguesa ao não o informar sobre o PEC IV e não o demite, é solidário com a violação da Constituição. Não é o Presidente da República que jura cumprir e fazer cumprir a Constituição? A reposta é sim, logo temos aqui duas situações. A primeira
Cavaco foi conivente com a violação da Constituição ao não demitir Sócrates e viola também ele o seu juramento. A segunda, decorrente da primeira, Cavaco devia demitir-se por não ter feito cumprir a Constituição.
O Presidente da República que deveria ser, e sabemos que ele queria ser, o Presidente do inconformismo e da esperança, teve pelo menos o condão de deixar todos aqueles que nele não votaram cientes de que fizeram a escolha certa. Não por votarem no candidato A ou B, mas por não terem votado nele.
Portugal merecia outro Presidente.

O ORÇAMENTO!


Logo de Promoção Turística


Numa altura de crise que se conjuga com a infelizmente eterna desertificação do concelho, o orçamento deveria ter como prioridade a promoção dos produtos regionais nos mercados externos, dando novas perspectivas aos nossos produtores e industriais.
Tal como já afirmei esta é uma vertente de actuação política fundamental para o desenvolvimento económico do concelho, criando novas expectativas de criação de riqueza e aumento da produção, promovendo, consequentemente, a fixação de pessoas e empresas.
Não discordando, no geral com os investimentos que constam do orçamento para 2012, entendo, no entanto, que a promoção da actividade económica do sector privado é fundamental para o desenvolvimento económico do concelho, para a criação de riqueza e para a inversão da desertificação.
Aproveitando a actual decisão política do governo na promoção económica no exterior através da rede diplomática, o executivo camarário deveria trabalhar também nesse sentido, promovendo junto do governo esta possibilidade.
O concelho é riquíssimo em produtos regionais de alta qualidade, tais como, os queijos, os enchidos, o vinho, o azeite, a cortiça, o mármore, os bonecos de Estremoz, a doçaria conventual, a faiança, o turismo, de entre outros, todos eles com capacidades inegáveis e apetecíveis nos mercados externos.
Temos que ter a capacidade de dar a conhecer os nosso produtos aos mercados internacionais, porque são eles que darão escala às nossas empresas e produtores, dando-lhes expectativas de crescimento.
Não interessa no caso a quantidade, mas qualidade, por é essa que cada vez mais tem capacidade para vender e é pela qualidade e pela especificidade do produto local, com denominação de origem certificada que lhe confere um lugar diferenciado nos mercados internacionais.
É esta qualidade singular que lhe dá capacidade de vencer nos mercados internacionais, pois o que o consumidor procura é um produto único, com características únicas, que lhe cria a apetência para comprar. São nichos de mercados que não se regem pela quantidade.
Esta deveria ser uma aposta do executivo camarário em coordenação com o Ministério dos Negócios Estrangeiros e com os produtores locais, pois é diferente apresentar um conjunto de produtos, do que um único produtor andar à procura dos mercados.
Do que se trata é de uma decisão política virada para a exportação de produtos portugueses, produzidos no concelho, dando-lhes exactamente essa importância e relevância, pois serão eles os motores do desenvolvimento e da criação de riqueza, e, simultaneamente, promovem a imagem de Estremoz a nível internacional.
Esta promoção da imagem de Estremoz a nível internacional, traz consigo a possibilidade de investimento no concelho, dando outra capacidade aos investimentos que foram feitos ou que estão em curso, para além de potenciar novos investimentos.
Esta é, para mim, uma decisão política prioritária que beneficiará todo o concelho e uma aposta no futuro.