Eu voto Bloco de Esquerda!
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Hernâni Matos
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sexta-feira, 3 de junho de 2011
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Encontro de Poetas Populares nos Arcos
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Hernâni Matos
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O que espero do próximo Governo?
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Anónimo
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Luís Mariano
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Infelizmente não espero nada de bom.
A campanha de terror lançada sobre o povo português sobre a inevitabilidade da “ajuda” do FMI condiciona como nunca o voto. Massivas campanhas de imprensa fazem-nos crer que não há alternativa. Mas há.
Francisco Louçã propôs a renegociação da dívida (seguido por outros economistas de renome nacional e internacional), o caso grego mostra à saciedade que assim deveria ser.
A seguir a este “empréstimo” (só em juros iremos pagar mais de 30 mil milhões…) outro virá para pagar o primeiro…
Isto não vai acabar tão depressa.
O próximo governo com um misto de amarelo, rosa e laranja, vai aplicar as medidas da Sra Merkell que obedientemente subscrevem e apoiam (soube-se recentemente que os três partidos do costume assinaram de cruz sem sequer conhecerem a versão final).
Estas três versões partidárias só estão com uma dificuldade: fazer acreditar aos portugueses que são diferentes uns dos outros.
Qualquer deles que forme governo vai aplicar as mesmas medidas.
Mas há alternativa. Renegociar a dívida, refazer o aparelho produtivo, criar emprego, criar riqueza e distribui-la com justiça.
Porque o que vamos decidir nestas eleições é isso: justiça na economia ou a continuação destas políticas contra os mais pobres, agora com medidas ainda mais drásticas escritas em alemão.
Dizem que vivemos acima das nossas possibilidades. Quem? Os reformados? Os precários? Os trabalhadores?
Agora com este acordo Troika/PS/PSD/CDS vamos pagar a dívida que os donos de Portugal criaram em nosso nome.
O próximo governo vai continuar a ser forte com os fracos e fraco com os fortes!
ESTE É O MOMENTO.
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Luis Assis
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quinta-feira, 2 de junho de 2011
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Por ti. Por todos. Portugal.
Portugal atravessa uma situação gravíssima que urge mudar no próximo dia 5 de junho de 2011, para que recuperemos a nossa dignidade enquanto Povo e enquanto Nação Independente.
O descalabro em que o PS colocou Portugal é fruto de um comportamento irrealista, de alguém que sonha acordado com uma fantasia que não existe e se nega a reconhecer o óbvio, persistindo teimosamente em achar que tem razão quando o mundo lhe mostra que a não tem.
É, por isso, imperioso mudar de vida, para que Portugal e todos nós, tenhamos alguém que encare os problemas de frente, sem medo da realidade, construindo alternativas concretas para a resolução dos problemas, porque conhece e sente a realidade dura da vida, tal como qualquer um de nós.
Não nos podemos deixar iludir, nem levar por conversas sem qualquer sentido do voto útil e do medo, porque foram essas conversas que nos trouxeram ao descalabro em que nos encontramos, aproveitando-se delas para se perpetuarem no poder.
Este é o momento de assumirmos plenamente as nossa convicções e demonstrarmos que as defendemos verdadeiramente, sem estratégias vãs de utilidade para que outros acabem no poder quando não os queremos lá.
Este é o momento de acabarmos com o medo em que muitos têm sido levados, porque essa estratégia já demonstrou que o medo desvirtua a realidade das coisas e da vida, desvirtuando aquilo em que acreditamos e iludindo quem pensa que representa o que não representa.
Este é o momento de lutarmos por nós próprios e pelo nosso futuro, fazendo valer as ideias em que acreditamos e dando força a quem nos deu a voz.
Este é o momento único na vida de Portugal em que temos que lutar por aqueles que provaram ter coerência, que trabalharam, que tiveram mérito e que nos defenderam contra as arbitrariedades e abusos do poder.
Este é o momento de apostarmos no mérito, no valor, no trabalho e na coerência daqueles que trabalharam para mostrar que há uma alternativa, que há quem nos defenda e que há quem nos coloque, a nós, Portugueses, em primeiro lugar.
Este é o momento de reconhecermos quem trabalhou por nós e para nós, cumprindo o seu programa eleitoral, provando que cumpriu as propostas com que se apresentou às eleições, dando-nos a confiança e a certeza que não votámos em vão.
Este é o momento de não votarmos em quem temos dúvidas ou em quem criou o descalabro em que nos encontramos, não cedendo à eterna chantagem do voto útil e do medo, mas também, porque sempre assim fizemos, pois temos que ter a coragem de assumir a ruptura com quem não se interessou pela nossa sorte e lutar por aqueles que provaram que são capazes de nos defenderem e resolverem os nossos problemas.
Temos que mudar de vida. Este é o momento de dar força a quem nos deu a voz!
Este é o momento de votarmos CDS-PP, por ti, por todos, por Portugal
Portugal atravessa uma situação gravíssima que urge mudar no próximo dia 5 de junho de 2011, para que recuperemos a nossa dignidade enquanto Povo e enquanto Nação Independente.
O descalabro em que o PS colocou Portugal é fruto de um comportamento irrealista, de alguém que sonha acordado com uma fantasia que não existe e se nega a reconhecer o óbvio, persistindo teimosamente em achar que tem razão quando o mundo lhe mostra que a não tem.
É, por isso, imperioso mudar de vida, para que Portugal e todos nós, tenhamos alguém que encare os problemas de frente, sem medo da realidade, construindo alternativas concretas para a resolução dos problemas, porque conhece e sente a realidade dura da vida, tal como qualquer um de nós.
Não nos podemos deixar iludir, nem levar por conversas sem qualquer sentido do voto útil e do medo, porque foram essas conversas que nos trouxeram ao descalabro em que nos encontramos, aproveitando-se delas para se perpetuarem no poder.
Este é o momento de assumirmos plenamente as nossa convicções e demonstrarmos que as defendemos verdadeiramente, sem estratégias vãs de utilidade para que outros acabem no poder quando não os queremos lá.
Este é o momento de acabarmos com o medo em que muitos têm sido levados, porque essa estratégia já demonstrou que o medo desvirtua a realidade das coisas e da vida, desvirtuando aquilo em que acreditamos e iludindo quem pensa que representa o que não representa.
Este é o momento de lutarmos por nós próprios e pelo nosso futuro, fazendo valer as ideias em que acreditamos e dando força a quem nos deu a voz.
Este é o momento único na vida de Portugal em que temos que lutar por aqueles que provaram ter coerência, que trabalharam, que tiveram mérito e que nos defenderam contra as arbitrariedades e abusos do poder.
Este é o momento de apostarmos no mérito, no valor, no trabalho e na coerência daqueles que trabalharam para mostrar que há uma alternativa, que há quem nos defenda e que há quem nos coloque, a nós, Portugueses, em primeiro lugar.
Este é o momento de reconhecermos quem trabalhou por nós e para nós, cumprindo o seu programa eleitoral, provando que cumpriu as propostas com que se apresentou às eleições, dando-nos a confiança e a certeza que não votámos em vão.
Este é o momento de não votarmos em quem temos dúvidas ou em quem criou o descalabro em que nos encontramos, não cedendo à eterna chantagem do voto útil e do medo, mas também, porque sempre assim fizemos, pois temos que ter a coragem de assumir a ruptura com quem não se interessou pela nossa sorte e lutar por aqueles que provaram que são capazes de nos defenderem e resolverem os nossos problemas.
Temos que mudar de vida. Este é o momento de dar força a quem nos deu a voz!
Este é o momento de votarmos CDS-PP, por ti, por todos, por Portugal
Sessão Pública do Bloco de Esquerda, em Estremoz
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Anónimo
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sexta-feira, 27 de maio de 2011
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Encontro de Poetas Populares em São Bento do Ameixial
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Hernâni Matos
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FIM DE LINHA!
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Luis Assis
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terça-feira, 17 de maio de 2011
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No meio de tantas situações caricatas e curiosas a que temos vindo a assistir, esta é mais uma delas, só que, mais aberrante, por demonstrar o desvario de um desgoverno sem sentido, sem lógica e sem racionalidade.A linha de caminho de ferro que liga Estremoz a Évora foi toda remodelada, e quando digo toda é mesmo toda, desde travessas aos carris passando pela estrutura de suporte da mesma, depois de terem cortado a ligação com Portalegre.
Inicialmente, no tempo da Secretária de Estado Ana Paula Vitorino, começou por decidir-se pela sua desactivação, mas, depois, dadas as maravilhas do TGV, foi anunciado, aqui em Estremoz, que a linha já não seria desactivada, porque era essencial para fazer a ligação à capital do Distrito e à estação do TGV de Évora.
Perante esta nova decisão, a linha foi toda remodelada. Concluída a obra a linha foi desactivada! É isso mesmo, é inacreditável, mas é a pura da verdade. A linha, novinha em folha, cuja remodelação custou, certamente, largos milhares de euros, foi desactivada, sem mais nem porquê.
Aliás, mesmo que continuasse activa, era uma linha que suscitava curiosidade, posto que à entrada de Évora os carris já tinham sido levantados e substituídos por uma ciclovia, pelo que o fim de linha terminava algures no meio do nada.
Mas, pelos vistos, parece que isso era pouco importante para quem decidiu remodelar toda uma linha que terminava numa estação desactivada em Estremoz e em Évora, no meio do nada!
Perante esta questão há uma pergunta que se impõe: para que se gastaram milhares de euros na remodelação da linha de caminho de ferro Estremoz/Évora, para, logo que a obra terminou, desactivar-se a linha?
Certamente que alguém ganhou dinheiro com a obra, posto que ninguém trabalha de borla, nem compra materiais e contrata pessoas sem ter assegurado o rendimento da obra adjudicada. Certamente que alguém ganhou dinheiro com a sucata proveniente da linha velha, posto que a Refer não ficou com o material.
Até hoje, que eu saiba, ninguém foi responsabilizado pelo dinheiro gasto numa obra que, após terminada não serve para nada. Até hoje, que eu saiba, ninguém foi responsabilizado pela decisão de encerrar a linha onde se gastou tanto dinheiro.
Este é apenas um exemplo do desgoverno que temos tido ao longo destes seis anos, sem que alguém seja responsabilizado pelos desvarios das decisões tomadas e do dinheiro que se gastou com elas.
É preciso não esquecer que o dinheiro gasto é nosso, porque provém dos nosso impostos, e podia ter sido gasto noutro sitio mais útil e melhor aproveitado, em vez de gerar apenas despesa que teve que ser paga.
Este fim de linha é bem ilustrativo do desgoverno PS, que nos levou à situação em que nos encontramos e obrigou ao pedido de ajuda externa, pois o dinheiro que agora nos vão emprestar é o mesmo que este governo gastou durante os últimos seis anos.
É isto que não poderemos esquecer mais.
Não podemos permitir que Portugal tenha um fim de linha!
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