Estremoz - Tertúlia Tauromáquica
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Hernâni Matos
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sábado, 5 de junho de 2010
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Jornal E nº3 já nas Bancas

Já está nas bancas a edição nº 3 do Jornal E.
Nesta edição, destaque para o encontro, promovido pelo E, entre os Presidentes de Câmara da Zona dos Mármores. O encontro, que decorreu na Cadeia Quinhentista, está nas páginas centrais deste jornal.
Ainda no E, a não perder:
Câmara de Estremoz compra Círculo
Entrevista com Carolina Mendes
Vinho Amália rende 20 mil euros para a fundação
"Alentejana" com uma chegada a Estremoz
Os novos Directores do CF Estremoz
A Tertúlia Tauromáquica Estremocense
E muito mais...
1º Fórum de Participação da Agenda 21 Local de Estremoz
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Hernâni Matos
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segunda-feira, 31 de maio de 2010
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Transcrevemos com a devida vénia, a seguinte notícia, alojada no web site do Município:
Segunda-Feira 31 de Maio de 2010
17:46
A Câmara Municipal de Estremoz irá promover o 1º Fórum de Participação da Agenda 21 Local de Estremoz, o qual terá lugar no próximo dia 8 de Junho, pelas 21:00 horas, no auditório da Casa de Estremoz.
Subordinado ao tema "Principais Desafios ao Desenvolvimento Sustentável e Intervenções Prioritárias para o Concelho", este fórum terá o seguinte Programa:
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21h00 - Recepção aos Participantes e distribuição de material
21h15 - Abertura da Sessão pelo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Estremoz, Luís Mourinha
21h30 - Apresentação dos Objectivos e do Ponto de Situação da Agenda 21 Local
21h45 - Identificação dos Principais Desafios ao Desenvolvimento Sustentável do Concelho
22h00 - Apresentação de Propostas de Intervenção e Debate sobre as Principais Linhas de Acção
23h00 - Recolha de Contributos e de Orientações Estratégicas para a Equipa da A21L. Passos seguintes do Processo da A21L e Lançamento dos Apelos 21.
23h30 - Encerramento da Sessão
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A Agenda 21 Local é um instrumento estratégico para aumentar a Qualidade de Vida no Concelho, melhorar as Oportunidades de Emprego, tornar o Tecido Produtivo mais robusto e cuidar do Ambiente Social, Natural e Construído.
Insere-se no movimento mundial da Agenda 21 Local e baseia-se na vontade de envolver os principais actores locais na prevenção e na resolução dos principais desafios ao desenvolvimento sustentável do Concelho.
A Participação decorrerá ao longo de todo o processo mas terá momentos chave, nomeadamente em Sessões de Participação dos actores locais, como é o caso do 1º Fórum de Participação.
A Agenda 21 Local é também um instrumento de apoio à gestão municipal na área do desenvolvimento sustentável.
Pela importância de que o tema se reveste, a Câmara Municipal de Estremoz convidada todos os Estremocenses a comparecer neste Fórum, pois só com a participação activa de todos poderemos construir um Concelho com futuro.
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A FIAPE!
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Luis Assis
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sexta-feira, 28 de maio de 2010
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A FIAPE tem vindo a desenvolver a vertente da pecuária, a do artesanato, a da maquinaria agrícola e a dos vários sectores alimentares dos produtos regionais, mas tem, ainda, muito para crescer, para que se torne, definitivamente, numa referência regional que marque de forma indelével a agricultura como um todo.
A FIAPE, a meu ver, deverá desenvolver toda a vertente agrícola, desde a produção de cereais, dos hortícolas, passando pela floresta e terminando na cinegética, representando, assim, todo o sector agro-pecuário da actividade agrícola como um todo.
A FIAPE deverá abrir espaço à presença dos produtores agrícolas para que apresentem os seus produtos, promovendo concursos de qualidade da produção, premiando aqueles que se destaquem nas melhorias introduzidas, quer nas formas, quer nos processos de cultivo, quer na qualidade do produto final, de entre outros.
Semelhante aposta deverá ser feita na vertente florestal, promovendo, também, a realização de concursos de qualidade, quer nas práticas, quer na conservação e manutenção e formas de exploração.
A área da cinegética é outro importante sector da actividade que deve estar presente, como forma alternativa de exploração da propriedade, dando visibilidade a formas de exploração cinegética competitiva e lucrativa, que fazem, também, desenvolver todo um sector económico a ela ligado.
São três áreas que darão à FIAPE uma outra dimensão, para além de, com elas, a feira abarcar, de facto, todo o mundo agrícola, surgindo como uma referência de excelência da agricultura.
Será uma aposta decisiva para o incremento da produção, bem como o demonstrar do apoio e do interesse na sua existência, que promove, simultaneamente, a manutenção do povoamento, do ordenamento do território e da manutenção do comércio local e nacional, tendo como resultado uma apetência para a criação de riqueza, para além de poder promover a investigação científica nestas áreas.
Mas pode ainda ir mais longe, ao abrir concursos internacionais para que, pelo menos possa motivar os produtores de Zafra para trazerem à feira os seus produtos e animais, criando uma motivação acrescida entre os produtores nacionais e estrangeiros.
Paralela e simultaneamente, a FIAPE pode tornar-se num ponto de referência didáctica e pedagógica, em parceria com o Centro de Ciência Viva de Estremoz, dedicando todos os anos a um tema ligado à agricultura, como por exemplo, os cereais, a oliveira, a cortiça, o porco, o bovino, etc, através do qual fará o seu percurso histórico-evolutivo numa exposição apresentada desde a produção à sua comercialização e às várias formas de aproveitamento.
Dentro desta área temática, poderá apresentar exposições relativas à realidade rural, através da exposição de partes do espólio do Museu da Alfaia e do Museu Rural, dando toda uma perspectiva de evolução da vida, dos costumes, das formas de produção e da vivência do que foi e é a agricultura.
A FIAPE tem futuro!
As autoridades oliventinas recuperam os nomes portugueses das ruas
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Carlos Luna
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TEXTO BILINGUE
Olivença recupera as suas ruas
A Câmara Municipal de Olivença começou a recuperar os antigos nomes em português das ruas da localidade. A iniciativa parte da associação cultural Além Guadiana, que há um ano apresentou à Câmara e aos diferentes representantes políticos de Olivença um projeto pormenorizado para a valorização da toponímia oliventina, com unânime aceitação.
O projeto contempla a adição dos antigos nomes das ruas aos atuais, mantendo a mesma tipologia e estética nas placas. Assim, resgatam-se as denominações das ruas, dos becos, das calçadas, etc., que configuram o extenso casco histórico encerrado nas muralhas abaluartadas, com um total de 73 localizações. Tudo irá acompanhado de um simbólico ato inaugural e da edição de brochuras turísticas bilingues.
A maior parte da toponímia urbana de Olivença foi substituída ou modificada na primeira metade do século XX, embora alguns dos nomes continuem a ser utilizados pela população apesar das alterações, como nos casos da rua da Rala, da rua da Pedra, da Carreira, etc.
Os antigos nomes das ruas falam-nos do passado português da “Vila”, como popularmente é conhecida a cidade, desvelando aspetos diversos, amiúde desconhecidos, da sua história.
Estes remontam a séculos atrás, muitos deles à Idade Média, aludindo a pessoas ilustres da História, a antigos grémios de artesãos, a santos objeto da devoção popular ou à fisionomia das ruas, entre outros aspetos. A rua das Atafonas, a Calçada Velha, o Terreiro Salgado e o beco de João da Gama” são alguns exemplos.
Com esta iniciativa pretende-se, enfim, realçar um interessante componente da rica herança cultural oliventina, a toponímia, contribuindo para testemunhar a história partilhada deste concelho e para a tornar visível em cada recanto intramuros. Os nomes ancestrais dos espaços públicos conformam uma janela que convida a assomar-se e a explorar a apaixonante história de Olivença. Expressados na sua originária língua portuguesa, constituem o testemunho vivo de uma cidade onde se respiram duas culturas e são um veículo que encoraja os mais novos a manter a língua que ainda falam as pessoas mais velhas do município. Para a associação Além Guadiana, trata-se de uma iniciativa com fins didáticos, culturais e turísticos, com a qual se resgata para o presente uma parte do passado oliventino.
Olivenza recupera sus “ruas”
El ayuntamiento de Olivenza va a recuperar los antiguos nombres en portugués de las calles de la localidad. La iniciativa parte de la asociación cultural Além Guadiana, que hace un año presentó al ayuntamiento y a los distintos representantes políticos de Olivenza un proyecto detallado para la valorización de la toponímia oliventina, com unánime aceptación.
Dicho proyecto contempla la adición de los antiguos nombres de sus calles a los actuales, manteniendo la misma tipología y estética en las placas. Se rescatan así las denominaciones de las “ruas” (calles), “becos” (callejas), calçadas (calzadas), etc. que configuran el extenso casco histórico que encierran sus murallas abaluartadas, con un total de 73 localizaciones. Todo ello se acompañará con un simbólico acto inaugural de las placas (el próximo 12 de junio) y con la edición de folletos turísticos bilingües.
La mayor parte de la toponimia urbana de Olivenza fue sustituida o modificada en la primera mitad del siglo XX, si bien algunos de los nombres siguen siendo utilizados por la población a pesar de las alteraciones, como en los casos de la calle de la Rala, la de la Piedra, la Carrera, etc.
Los antiguos nombres de las “ruas” nos hablan del pasado portugués de la “Vila”, como popularmente se conoce a la ciudad, desvelando aspectos diversos, a menudo desconocidos, de su historia. Éstos se remontan a siglos atrás, muchos de ellos a la Edad Media, aludiendo a personas ilustres de la Historia, a antiguos gremios de artesanos, a santos objeto de la devoción popular o a la fisonomía de las calles, entre otros aspectos. La “rua das Atafonas”, la “Calçada Velha”, el “Terreiro Salgado” y el “beco de João da Gama” son algunos ejemplo de ello.
Con esta iniciativa se pretende, en definitiva, poner en valor un interesante componente de la rica herencia cultural oliventina, la toponimia, contribuyendo a atestiguar la historia compartida de este municipio y a hacerla visible en cada rincón intramuros. Los nombres ancestrales de sus espacios públicos conforman una ventana que invita a asomarse y a explorar en la apasionante historia de Olivenza. Expresados en su originaria lengua portuguesa, constituyen el vivo testimonio de una ciudad donde se respiran dos culturas, y son un vehículo que anima a que los más jóvenes mantengan la lengua que aún hablan las personas mayores del municipio. Para la asociación Além Guadiana, se trata de una iniciativa con fines didácticos, culturales y turísticos, con la que se rescata para el presente una parte del pasado oliventino.
A Câmara Municipal de Olivença começou a recuperar os antigos nomes em português das ruas da localidade. A iniciativa parte da associação cultural Além Guadiana, que há um ano apresentou à Câmara e aos diferentes representantes políticos de Olivença um projeto pormenorizado para a valorização da toponímia oliventina, com unânime aceitação.
O projeto contempla a adição dos antigos nomes das ruas aos atuais, mantendo a mesma tipologia e estética nas placas. Assim, resgatam-se as denominações das ruas, dos becos, das calçadas, etc., que configuram o extenso casco histórico encerrado nas muralhas abaluartadas, com um total de 73 localizações. Tudo irá acompanhado de um simbólico ato inaugural e da edição de brochuras turísticas bilingues.
A maior parte da toponímia urbana de Olivença foi substituída ou modificada na primeira metade do século XX, embora alguns dos nomes continuem a ser utilizados pela população apesar das alterações, como nos casos da rua da Rala, da rua da Pedra, da Carreira, etc.
Os antigos nomes das ruas falam-nos do passado português da “Vila”, como popularmente é conhecida a cidade, desvelando aspetos diversos, amiúde desconhecidos, da sua história.
Estes remontam a séculos atrás, muitos deles à Idade Média, aludindo a pessoas ilustres da História, a antigos grémios de artesãos, a santos objeto da devoção popular ou à fisionomia das ruas, entre outros aspetos. A rua das Atafonas, a Calçada Velha, o Terreiro Salgado e o beco de João da Gama” são alguns exemplos.
Com esta iniciativa pretende-se, enfim, realçar um interessante componente da rica herança cultural oliventina, a toponímia, contribuindo para testemunhar a história partilhada deste concelho e para a tornar visível em cada recanto intramuros. Os nomes ancestrais dos espaços públicos conformam uma janela que convida a assomar-se e a explorar a apaixonante história de Olivença. Expressados na sua originária língua portuguesa, constituem o testemunho vivo de uma cidade onde se respiram duas culturas e são um veículo que encoraja os mais novos a manter a língua que ainda falam as pessoas mais velhas do município. Para a associação Além Guadiana, trata-se de uma iniciativa com fins didáticos, culturais e turísticos, com a qual se resgata para o presente uma parte do passado oliventino.
Olivenza recupera sus “ruas”
El ayuntamiento de Olivenza va a recuperar los antiguos nombres en portugués de las calles de la localidad. La iniciativa parte de la asociación cultural Além Guadiana, que hace un año presentó al ayuntamiento y a los distintos representantes políticos de Olivenza un proyecto detallado para la valorización de la toponímia oliventina, com unánime aceptación.
Dicho proyecto contempla la adición de los antiguos nombres de sus calles a los actuales, manteniendo la misma tipología y estética en las placas. Se rescatan así las denominaciones de las “ruas” (calles), “becos” (callejas), calçadas (calzadas), etc. que configuran el extenso casco histórico que encierran sus murallas abaluartadas, con un total de 73 localizaciones. Todo ello se acompañará con un simbólico acto inaugural de las placas (el próximo 12 de junio) y con la edición de folletos turísticos bilingües.
La mayor parte de la toponimia urbana de Olivenza fue sustituida o modificada en la primera mitad del siglo XX, si bien algunos de los nombres siguen siendo utilizados por la población a pesar de las alteraciones, como en los casos de la calle de la Rala, la de la Piedra, la Carrera, etc.
Los antiguos nombres de las “ruas” nos hablan del pasado portugués de la “Vila”, como popularmente se conoce a la ciudad, desvelando aspectos diversos, a menudo desconocidos, de su historia. Éstos se remontan a siglos atrás, muchos de ellos a la Edad Media, aludiendo a personas ilustres de la Historia, a antiguos gremios de artesanos, a santos objeto de la devoción popular o a la fisonomía de las calles, entre otros aspectos. La “rua das Atafonas”, la “Calçada Velha”, el “Terreiro Salgado” y el “beco de João da Gama” son algunos ejemplo de ello.
Con esta iniciativa se pretende, en definitiva, poner en valor un interesante componente de la rica herencia cultural oliventina, la toponimia, contribuyendo a atestiguar la historia compartida de este municipio y a hacerla visible en cada rincón intramuros. Los nombres ancestrales de sus espacios públicos conforman una ventana que invita a asomarse y a explorar en la apasionante historia de Olivenza. Expresados en su originaria lengua portuguesa, constituyen el vivo testimonio de una ciudad donde se respiran dos culturas, y son un vehículo que anima a que los más jóvenes mantengan la lengua que aún hablan las personas mayores del municipio. Para la asociación Além Guadiana, se trata de una iniciativa con fines didácticos, culturales y turísticos, con la que se rescata para el presente una parte del pasado oliventino.
Publicado também em Além Guadiana
A substância e a forma
Postado por
António J. B. Ramalho
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quinta-feira, 27 de maio de 2010
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Thomas Jefferson
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Antes que pensem que estou a falar duma lei contabilística que enuncia a prevalência da substância sobre a forma, esclareço que a crónica de hoje não tem nada a ver com isso. Aliás, vou procurar demonstrar exactamente o contrário, ou seja, que numa perspectiva de longo prazo é a forma que prevalece sobre a substância. Confusos? Não fiquem, esclareço já.
Hoje escrevo sobre a inconsistência inúmeras vezes verificada entre o discurso e a prática. Se preferirem, podem considerar que vou escrever sobre aquilo que os políticos dizem e sobre aquilo que os políticos fazem. Creio ser pacífica a conclusão de que uma e outra coisa nem sempre são coincidentes…
Para os contemporâneos da decisão política (e que dela colhem os benefícios ou os inconvenientes) aquilo que verdadeiramente conta é o que observam e sentem no momento em que esta produz efeitos. Se quiserem, é a essência percebida (justa ou injusta, não interessa) que prevalece. Porém, numa óptica histórica, os efeitos das decisões políticas são encaradas de forma desapaixonada e, como tal, são avaliadas de uma forma mais objectiva. Neste contexto, é a forma, ou seja, aquilo que ficou registado, que tende a prevalecer (por alguma razão, a maioria dos heróis estão mortos…).
Vou dar alguns exemplos. John Locke é historicamente considerado como o precursor da defesa dos direitos das pessoas relativamente às arbitrariedades do poder. O que pouca gente sabe é que a máxima que defendeu de que os governados têm direito à sublevação contra os governantes tiranos, foi escrita por encomenda. Quando Locke pôs em causa a legitimidade sucessória da realeza, estava a dar corpo ao receio de que um rei católico apostólico (o futuro Jaime II) viesse a sentar-se no trono de Inglaterra. Até Locke estava longe de imaginar que o seu texto tinha ganho vida própria, muito para além daquilo que ele pudesse ter sentido ou pensado. Mais tarde, quando as colónias americanas entraram em conflito com a coroa britânica – por causa do pesado fardo fiscal que recaía sobre os colonos para pagarem a guerra dos setes anos (guerra que, entre outras coisas, permitiu que hoje também se fale inglês no Canadá) –, Thomas Jefferson, por muitos considerado o pai da nação americana, pegou nos textos de Locke e, substituindo algumas palavras e contextualizando outras, defendeu que "todos os homens são criados iguais, dotados (…) de direitos inalienáveis" na Declaração da Independência de 4 de Julho de 1776… ao mesmo tempo que era fazendeiro na Virgínia proprietário de escravos. Na revolução francesa, os artífices da declaração dos direitos do homem e do cidadão – a qual está na génese da actual Declaração Universal dos Direitos do Homem –, os jacobinos Robespierre e Marat, foram os mesmo que determinaram que o cutelo da guilhotina caísse sobre as cabeças que ousaram discordar da mentalidade dominante.
No longo prazo, o que prevaleceu afinal, a forma ou a substância?
Publicado na edição de 27Mai2010 do Jornal Brados do Alentejo
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